sábado, 29 de outubro de 2011

A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida, que eu já tô ficando craque em ressurreição. Bobeou eu to morrendo.Na minha extrema pulsão, na minha extrema-unção, na minha extrema menção de acordar viva todo dia. Há porradas que não tem saída, há um monte de "não era isso que eu queria".(...)Há dores que, sinceramente, eu não resolvo. Sinceramente sucumbo.

Trecho do poema da minha conterrânea: Elisa Lucinda

Um comentário:

Obrigada pela visita.
Fico feliz, volte sempre =D

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